Arquivo para Julho, 2008

Caça a Baleia Piloto!

Existe uma arquipélago de ilhas na Dinamarca, denominado Ilhas de Faroé, que a séculos caça baleia piloto. O grande problema é que eles não as caçam para comer e sim as usas como “ritual”, The Faroese é nome dado a ele. Segundo a tradição, quando um garoto mata baleias esse deixa de ser garoto e se torna um homem.

A caça é feita de uma forma bruta e dolorosa. As baleias,  exaustas, confusas e aterrorizadas, são orientadas, pelos caçadores, a irem para a parte mais rasa, onde começa o banho de sangue. Habitantes da ilha martelam-nas com 2,2 kg de metal, repetidamente, varias vezes, até que a baia com manchas de sangue seja preenchida com horríveis e mutiladas baleias mortas.

Todo esse momento é tido como entretenimento para os habitantes, que se comportam como se pulassem carnaval. As crianças são ensinadas desde pequenas. Existe um dia, no calendário escolar, no qual são levadas para assistir esse espetáculo do horror, onde se divertem e brincam entre as baleias mutiladas, depositadas na areia.

São abatidas cerca de 2000 baleias por ano, sendo que não necessitam de carne de baleia para subsistência. Nessa festa sangrenta muita carne é perdida, não havendo como exportar uma vez que está contaminada com toxinas e/de metais pesados, fugindo da norma da UE para a saúde e alimentação humana.

O costume foi abandonado a algum tempo em outros estados europeus, e hoje é proibido. Embora as Ilhas Faroé façam parte da Dinamarca, possuem suas próprias leis e governos, que regem a caça as baleias piloto, ou “grind”, como é conhecido lá.

Existe hoje, na internet, um site que tem uma petição contra essa caça desnecessária as baleias

http://www.thepetitionsite.com/1/end-whale-dolphin-slaughter-in-the-faroe-islands

Não a muito que podemos fazer para ajudar esses pobres animais que são mortos todos os anos por esporte, apenas sabemos que a criatura que faz isso se encaixa na pior classe de ser humano que existe, aquela onde estão todos os outro que se acham importantes o suficiente para destruir o planeta e tudo que existe de bom nele, sem ao menos parar pra pensar que ele é o “convidado” aqui, uma vez que a humanidade é um bebe comparada ao planeta. Talvez seja a hora dessas pessoas repensarem seus costumes locais… Podemos ajudar entrando no site, citado a cima, e assinar a petição. Precisamos de 10000 assinaturas e ainda estamos longe desse numero.

Ajude quem morre sem ter direito a defesa!

Amanda Manso*

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Coletando o óleo!

Vamos lá pessoal… Hoje vamos aprender como coletar, corretamente, seu óleo de cozinha usado, aquele que sua mãe usou para fritar aquela batataa que você adora comer agora nas férias, para que ele possa ser transfomadio em biodiesel…

Seguindo as instruções, passo a passo, conforme mostrado nas ilustrações, vai ficar muito facil ajudar o meio ambiente!!!

         

 

Agora é só começar a comer mais frituras… Aproveitar as férias pra fugir do regime… E depois de comer, recolher o oleo e fazer a sua parte!!!

 

 

Montagem: Raissa, Natasha e Mariana!

 

Amanda Manso*

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Entrevista com José Carlos

José Carlos e outros dois participantes do Projeto

 

Há um tempo atrás me associei ao Projeto CECILAR (Centro de Convivência Infantil Luiz Antônio Rheda), no qual recolhem o lixo e o reciclam, gerando renda para as famílias que participam. Como o V.A.C.A está promovendo a campanha dos 4Rs (Reeducar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar) nada mais justo do que entrevistar um dos participantes, no caso o José Carlos:

V.A.C.A.: Como surgiu a idéia de montar esse projeto?

CECILAR: Surgiu através de uma casa espírita, que era na verdade uma instituição.O comprometimento é social, e surgiu essa idéia de empregar as pessoas sem qualificação que o mercado de trabalho exige, para que dessa forma pudessem gerar sustento para suas famílias.Atualmente seis mães de famílias participam do projeto e tem esse conhecimento de reciclagem e materiais reutilizáveis.Pode-se dizer que hoje em dia o reciclado se sustenta.

V.A.C.A: Há muitos associados?

CECILAR: Sim.Há cerca de quatorze condomínios associados, que separam o lixo, além de casas, porque passamos por muitos bairros, como Jd. Das Flores, Parque Continental dentre outros.

V.A.C.A.: Você sempre teve essa proximidade com o Meio Ambiente ou viu nas atividades de reuso e reciclagem uma oportunidade de melhorar as condições sociais que existem?

CECILAR: Sempre tive, há um comprometimento com o Meio Ambiente muito grande, as vezes eu até deixo de lado o aspecto financeiro, que não pode ser esquecido, porque a reciclagem muitas vezes não é fácil de ser efetuada.Por exemplo, o plástico utilizado para produzir copinhos de plástico é difícil de vender, e acaba acumulando, porque preferem investir dinheiro na matéria prima do produto do que reciclá-lo. Mas claro que também tem a preocupação na melhora das condições sociais, como já dói dito.Há um bazar no Jardim de Abril, é o Bazar Beneficiente, uma amiga cedeu o espaço para fazê-lo.Nós também trabalhamos com óleo, e doamos para outras comunidades, para produção de sabão.Temos cerca de 60 litros de óleo arrecadado.

V.A.C.A: Faz tempo que o Projeto está em andamento?

CECILAR: Faz uns 7 anos já.

V.A.C.A: Vocês produzem materiais a partir de garrafa pet?

CECILAR: Não, já reciclamos direto.Com a reciclagem já é possível conseguir uma boa renda para nosso objetivo, que é na verdade a construção de uma creche.Temos um terreno com 300 m, que conseguimos comprar através de doações também.Porém, o que tornou o processo mais vagaroso foi a aprovação do projeto.Sempre que o levávamos a Prefeitura, tinha uma correção nova a ser feita, e isso nos custou mais ou menos um ano.Já iniciamos a construção do galpão, e estamos tentando negociações com empresas, afinal não temos vínculo nenhum com o governo, prefeitura ou algum órgão.

V.A.C.A: Vocês circulam só por Osasco ou em outros municípios?

CECILAR: Circulamos por São Paulo também, e o legal é que as pessoas vêem o caminhão e perguntam, querem se associar também, então há uma forte divulgação nesse sentido.

 Bárbara A.


 

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